Gostaria que você me fornecesse uma alternativa refraseada de um texto em português.

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Uma mulher de 41 anos foi capturada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por fazer-se passar por agente da Polícia Feder al (PF) e oferecer um suposto cargo comissionado de R$ 13 mil como motorista de um desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). A promessa era falsa, assim como a arma de fogo que a policial falsa costumava portar e usar para intimidar as vítimas.

A coluna conversou com um dos homens que foi enganado pela falsária. Com a promessa de conseguir o emprego, o morador do Riacho Fundo trabalhou durante 10 dias como motorista da criminosa com a desculpa de que ela estaria “avaliando suas habilidades” como motorista. “Ela era muito persuasiva e constantemente falava ao telefone, dando a entender que poderia ser uma delegada ou alguma autoridade”, disse a vítima.

O homem explicou que passou 10 dias dirigindo por várias áreas administrativas, levando a estelionatária para diversos compromissos. “Em várias ocasiões, ela afirmava estar investigando crimes importantes ou monitorando pessoas suspeitas. Quando questionei sobre meu emprego, ela me ofendeu com todos os nomes possíveis e disse que eu não era adequado para a vaga”, relatou a vítima.

Veja imagens dos materiais apreendidos pela polícia com a golpista:

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Ela também injuriava e caluniava as vítimas.
Material apreendido com a falsa policial
Uma mulher de 41 anos foi presa pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ao se passar por policial para conseguir motoristas grátis em uma falsa promessa de emprego
Ao ser questionada quanto a falta de pagamento, mulher sacava uma arma de fogo e dizia que resolvia as coisas 'na bala'
Ela também injuriava e caluniava as vítimas.
Material apreendido com a falsa policial

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A vítima ficou no prejuízo dos custos com combustível, pois costumava buscar a falsa policial pela manhã e só a deixava em casa à noite. “Houve um dia em que ela me levou ao TJDFT e apontou para uma viatura, dizendo que era aquele carro que eu iria dirigir. Tudo era uma mentira muito bem construída”, desabafou.

De acordo com as investigações, pelo menos 25 pessoas foram vítimas da golpista, conforme relatado pela corporação. O golpe funcionava da seguinte maneira: a mulher procurava as vítimas, geralmente pessoas humildes e com pouca instrução, ganhava a confiança delas e oferecia uma oportunidade falsa de emprego como motorista.

Após denúncias, a mulher começou a ser investigada pelas equipes da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo). Como relatado, a golpista foi encontrada enquanto tentava fugir para outro estado. Ela enfrentará acusações por falsa identidade, estelionato, injúria, ameaça e calúnia. A soma das penas pode resultar em uma sentença de mais de 9 anos de prisão.

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